quinta-feira, 30 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Mika - Love Today
Aqui fica um momento de descontracção, animação, muita alegria como só o Mika sabe proporcionar. A minha música preferida Love Today. Deliciem-se...
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Ser feliz, por Chantal Féron

Perante uma vista sobre o mar capaz de fazer esquecer a vida a qualquer um, percebi que não basta simplesmente escolher ser feliz…
A vida leva-nos por caminhos imprevistos nos quais raras são as pessoas ou situações que, por se terem fundido tão intensamente aos nossos sentidos, nos fizeram felizes e perduram na memória.
Surgem inesperadamente e até, por vezes, onde não queríamos encontrá-las, como se derivassem de um conjunto de circunstâncias que naquele momento coincidiram com o que ansiávamos, satisfazendo-nos.
Delas ficam a nostalgia, uma procura instintiva de felicidade e alguma angústia por não conseguirmos imprimir-lhes durabilidade.
A felicidade passa a ser uma estranha obsessão irrealista de plenitude, para a qual não conseguimos atribuir uma razão lógica ou uma definição objectiva, como se a necessidade de dar um sentido à vida passasse obrigatoriamente por aceder a uma idealização.
Mas, como a vida não tem apenas um lado positivo, são as ilusões, a imaginação e uma procura constante da felicidade que nos permitem desejar, projectar e concretizar os nossos sonhos.
Talvez a forma de atingir a felicidade passe por deixar de nos atormentarmos com ela ou, por sermos capazes de afastar o que não queremos ver… ou ainda, em deixarmo-nos de fazer promessas impossíveis de realizar ao ponto de elaborarmos uma falsa e inatingível noção de felicidade.
A vida leva-nos por caminhos imprevistos nos quais raras são as pessoas ou situações que, por se terem fundido tão intensamente aos nossos sentidos, nos fizeram felizes e perduram na memória.
Surgem inesperadamente e até, por vezes, onde não queríamos encontrá-las, como se derivassem de um conjunto de circunstâncias que naquele momento coincidiram com o que ansiávamos, satisfazendo-nos.
Delas ficam a nostalgia, uma procura instintiva de felicidade e alguma angústia por não conseguirmos imprimir-lhes durabilidade.
A felicidade passa a ser uma estranha obsessão irrealista de plenitude, para a qual não conseguimos atribuir uma razão lógica ou uma definição objectiva, como se a necessidade de dar um sentido à vida passasse obrigatoriamente por aceder a uma idealização.
Mas, como a vida não tem apenas um lado positivo, são as ilusões, a imaginação e uma procura constante da felicidade que nos permitem desejar, projectar e concretizar os nossos sonhos.
Talvez a forma de atingir a felicidade passe por deixar de nos atormentarmos com ela ou, por sermos capazes de afastar o que não queremos ver… ou ainda, em deixarmo-nos de fazer promessas impossíveis de realizar ao ponto de elaborarmos uma falsa e inatingível noção de felicidade.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
3 autores, 1 pergunta, por Sam Cyrous

Quando nos levantamos de cama, todos os dias, a vida parece reiniciar no ponto em que havia parado no dia anterior. As pessoas que amamos continuam as mesmas e os nossos medos mantém-se. Somos quem éramos ontem: o mesmo corpo, a mesma mente e aquela mesma essência à qual podemos chamar de alma. Tantas vezes, tantos autores numa miríade de contos, livros e películas abordaram esse que é o tema crucial da existência humana: quem somos?
Quantos somos? Aonde caminhamos nessa jornada da vida?
Desde Platão a Pessoa, desde Krishna a Bahá’u’lláh, desde Tales a Schrödinger, que procuramos incessantemente encontrar aquela unidade que nos integra, que nos faz sermos únicos num mundo repleto de outros seres únicos com os quais nos integramos em associações e dissociações incessantes.
Após a leitura de A Cidadela Branca (Presença), de Orhan Pamuk, o leitor fica perplexo: afinal, o Prémio Nobel da Literatura não é mais um escritor que escreve à brisa de um teclado de computador ou máquina de escrever; afinal há algo mais que aquela construção frásica única, algo que se perdeu entre aquelas vírgulas da vida, onde “os outros” são como “nós”, na interculturalidade da dúvida e no reencontro de mim mesmo. Quem escreveu aquela obra? Quantos viveram aquela história e porquê a viveram?
Como é que os mágicos sobrepunham a ilusão de existir?
Como é que, em O Terceiro Passo, Christopher Nolan articula o sonho e o desprende da realidade? Até que ponto somos capazes de dedicar a nossa vida ao que desejamos ser? Até onde vai o sacrifício pelo amor à obra, pela obra do amor?
É esta pergunta que Vítor Sousa tenta responder no seu Tricot do Tempo (Magna). Expoente duma futura geração de artistas da literatura portuguesa, Sousa não é mais um autor de escrita fácil e de conseguinte leitura fácil.
Preocupa-se, a cada letra milimetricamente pensada, com o infortúnio da solidão e com a liberdade mesmo quando ela parece inexistente.
Sousa relembra que somos todos detentores da “memória da morte numa gotícula de vida”: gotícula que deve ser vivida. Sousa descreve o ser humano como o ser que “passa o tempo a reler e rever as páginas que já partiram”, esperando a derradeira “página em branco”, a cidadela branca de Pamuk, o terceiro passo de Nolan, onde descobrimos que afinal nós éramos o outro e o outro em nós residia. É neste ponto que nos abandonamos à procura do que poderíamos ter sido, e do que ainda poderemos ser! Tricoteamos com o tempo, na esperança de, durante a vida, podermos deixar a nossa marca no espaço e no tempo, na esperança de atingirmos a plenitude do amor pela vida que escolhemos “ao ponto de – como diria Pamuk – acabar por assumi-la” e, talvez até vivê-la.
Quantos somos? Aonde caminhamos nessa jornada da vida?
Desde Platão a Pessoa, desde Krishna a Bahá’u’lláh, desde Tales a Schrödinger, que procuramos incessantemente encontrar aquela unidade que nos integra, que nos faz sermos únicos num mundo repleto de outros seres únicos com os quais nos integramos em associações e dissociações incessantes.
Após a leitura de A Cidadela Branca (Presença), de Orhan Pamuk, o leitor fica perplexo: afinal, o Prémio Nobel da Literatura não é mais um escritor que escreve à brisa de um teclado de computador ou máquina de escrever; afinal há algo mais que aquela construção frásica única, algo que se perdeu entre aquelas vírgulas da vida, onde “os outros” são como “nós”, na interculturalidade da dúvida e no reencontro de mim mesmo. Quem escreveu aquela obra? Quantos viveram aquela história e porquê a viveram?
Como é que os mágicos sobrepunham a ilusão de existir?
Como é que, em O Terceiro Passo, Christopher Nolan articula o sonho e o desprende da realidade? Até que ponto somos capazes de dedicar a nossa vida ao que desejamos ser? Até onde vai o sacrifício pelo amor à obra, pela obra do amor?
É esta pergunta que Vítor Sousa tenta responder no seu Tricot do Tempo (Magna). Expoente duma futura geração de artistas da literatura portuguesa, Sousa não é mais um autor de escrita fácil e de conseguinte leitura fácil.
Preocupa-se, a cada letra milimetricamente pensada, com o infortúnio da solidão e com a liberdade mesmo quando ela parece inexistente.
Sousa relembra que somos todos detentores da “memória da morte numa gotícula de vida”: gotícula que deve ser vivida. Sousa descreve o ser humano como o ser que “passa o tempo a reler e rever as páginas que já partiram”, esperando a derradeira “página em branco”, a cidadela branca de Pamuk, o terceiro passo de Nolan, onde descobrimos que afinal nós éramos o outro e o outro em nós residia. É neste ponto que nos abandonamos à procura do que poderíamos ter sido, e do que ainda poderemos ser! Tricoteamos com o tempo, na esperança de, durante a vida, podermos deixar a nossa marca no espaço e no tempo, na esperança de atingirmos a plenitude do amor pela vida que escolhemos “ao ponto de – como diria Pamuk – acabar por assumi-la” e, talvez até vivê-la.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
O difícil término dos relacionamentos, por Ana Claudia Ferreira de Oliveira

Quando somos apanhados pelo pedido de separação ou de término do outro, fazemo-nos as fatídicas perguntas: Porquê comigo? O que fiz eu de errado? E essas perguntas soam, muitas vezes, como verdadeiras bombas caindo sobre as nossas cabeças. Já estamos fragilizados emocionalmente, e ainda temos de arcar com as consequências da separação.
Estávamos acostumados a ter aquela pessoa para dividir os nossos assuntos, as nossas alegrias e as nossas tristezas, e de repente, essa tristeza, especificamente, não podemos dividir mais com ela, porque a outra pessoa é parte e “causa” dessa tristeza. Coloco a palavra “causa”entre aspas, porque não acredito que um outro possa ser causador directo de nenhum mal a alguém, em se tratando de sentimentos e emoções. Ninguém deixa de gostar de uma pessoa porque quer, nem decide isso do dia para a noite. O “desgostar”de alguém leva um tempo para acontecer. E normalmente temos dificuldade em encarar a nossa responsabilidade quando o outro deixa de nos amar. Só ele é que é o vilão porque não nos ama mais.
O facto é que, se o relacionamento acabou, é melhor para nós se conseguirmos encarar essa realidade o quanto antes, para que possamos colocar um ponto final nessa etapa de nossa história e partir para outra. Só que isso também não é tão simples. Primeiro, porque nós também vamos agora ter que ter um tempo para desgostar do outro. Por mais que o nosso racional nos mostre que não há a menor hipótese do relacionamento continuar a existir, o nosso emocional precisa de tempo para elaborar o luto pela perda do ente amado.
E esse processo não é nada fácil. Várias pessoas passam anos a sofrer pelo término de uma relação que acabou, já, há muito tempo. Mesmo que às vezes se apaixonem por outra pessoa, aquele relacionamento fica como uma marca na vida dela, e impede-a, muitas vezes, de seguir em frente ou de viver plenamente um relacionamento com uma nova pessoa.
Esquecer um relacionamento que já acabou envolve várias questões, e aqui vou citar algumas delas que me vêm à lembrança agora.
Primeiramente, existe a questão do quanto idealizamos o outro, colocando nele várias qualidades, que muitas vezes ele não tem, mas, por imaginarmos que tem, fica difícil de abandonarmos o sonho da pessoa perfeita para nós.
Outra questão é a do quanto investimos naquela relação, naquele sonho de amor, e mesmo sabendo que ela não existe mais, não queremos abrir mão depois de tanto investimento. Podemos comparar essa situação com alguém que aplica o seu dinheiro na bolsa de valores, sofre uma perda, e mesmo sabendo que já perdeu o seu dinheiro, tenta manter a mesma posição, à espera que a bolsa volte a subir e que ele recupere o valor investido.
Ainda há também a questão do quanto é difícil, e aqui falo principalmente dos homens, colocar um ponto final no relacionamento. Os homens têm mais dificuldade nesse aspecto, pensam que vão magoar a mulher e temem não conseguir lidar com a decepção que vão causar nelas. Nesses casos, tendem a enrolar, dizem que talvez não seja o momento, ou que estão confusos (e às vezes estão mesmo!). O facto é que não conseguem dizer aquele NÃO enorme que muitas vezes é necessário para um término de um relacionamento.
E, por último, há aquela questão de que “a mulher não ama, a mulher cisma”. É claro que a mulher ama sim, e muito, mas há muitas mulheres que enquanto acham que estão a amar, na verdade, estão é numa cisma danada com aquela pessoa. Sofrem, choram, passam anos a relembrar situações que muitas vezes nem aconteceram daquela forma, mas que com a nossa capacidade imaginativa, fazem maravilhas, transformando o passado em flores. Nesses casos não há amor, há cisma. Precisamos ter primeiro, o amor verdadeiro por nós mesmas, para depois sabermos amar o outro. Alguém que não está mais a ser amada, e insiste ainda no sonho fracassado, mostra que não está a amar-se; se não se ama, provavelmente não sabe o que é o amor, e não pode amar um outro.
Estávamos acostumados a ter aquela pessoa para dividir os nossos assuntos, as nossas alegrias e as nossas tristezas, e de repente, essa tristeza, especificamente, não podemos dividir mais com ela, porque a outra pessoa é parte e “causa” dessa tristeza. Coloco a palavra “causa”entre aspas, porque não acredito que um outro possa ser causador directo de nenhum mal a alguém, em se tratando de sentimentos e emoções. Ninguém deixa de gostar de uma pessoa porque quer, nem decide isso do dia para a noite. O “desgostar”de alguém leva um tempo para acontecer. E normalmente temos dificuldade em encarar a nossa responsabilidade quando o outro deixa de nos amar. Só ele é que é o vilão porque não nos ama mais.
O facto é que, se o relacionamento acabou, é melhor para nós se conseguirmos encarar essa realidade o quanto antes, para que possamos colocar um ponto final nessa etapa de nossa história e partir para outra. Só que isso também não é tão simples. Primeiro, porque nós também vamos agora ter que ter um tempo para desgostar do outro. Por mais que o nosso racional nos mostre que não há a menor hipótese do relacionamento continuar a existir, o nosso emocional precisa de tempo para elaborar o luto pela perda do ente amado.
E esse processo não é nada fácil. Várias pessoas passam anos a sofrer pelo término de uma relação que acabou, já, há muito tempo. Mesmo que às vezes se apaixonem por outra pessoa, aquele relacionamento fica como uma marca na vida dela, e impede-a, muitas vezes, de seguir em frente ou de viver plenamente um relacionamento com uma nova pessoa.
Esquecer um relacionamento que já acabou envolve várias questões, e aqui vou citar algumas delas que me vêm à lembrança agora.
Primeiramente, existe a questão do quanto idealizamos o outro, colocando nele várias qualidades, que muitas vezes ele não tem, mas, por imaginarmos que tem, fica difícil de abandonarmos o sonho da pessoa perfeita para nós.
Outra questão é a do quanto investimos naquela relação, naquele sonho de amor, e mesmo sabendo que ela não existe mais, não queremos abrir mão depois de tanto investimento. Podemos comparar essa situação com alguém que aplica o seu dinheiro na bolsa de valores, sofre uma perda, e mesmo sabendo que já perdeu o seu dinheiro, tenta manter a mesma posição, à espera que a bolsa volte a subir e que ele recupere o valor investido.
Ainda há também a questão do quanto é difícil, e aqui falo principalmente dos homens, colocar um ponto final no relacionamento. Os homens têm mais dificuldade nesse aspecto, pensam que vão magoar a mulher e temem não conseguir lidar com a decepção que vão causar nelas. Nesses casos, tendem a enrolar, dizem que talvez não seja o momento, ou que estão confusos (e às vezes estão mesmo!). O facto é que não conseguem dizer aquele NÃO enorme que muitas vezes é necessário para um término de um relacionamento.
E, por último, há aquela questão de que “a mulher não ama, a mulher cisma”. É claro que a mulher ama sim, e muito, mas há muitas mulheres que enquanto acham que estão a amar, na verdade, estão é numa cisma danada com aquela pessoa. Sofrem, choram, passam anos a relembrar situações que muitas vezes nem aconteceram daquela forma, mas que com a nossa capacidade imaginativa, fazem maravilhas, transformando o passado em flores. Nesses casos não há amor, há cisma. Precisamos ter primeiro, o amor verdadeiro por nós mesmas, para depois sabermos amar o outro. Alguém que não está mais a ser amada, e insiste ainda no sonho fracassado, mostra que não está a amar-se; se não se ama, provavelmente não sabe o que é o amor, e não pode amar um outro.
domingo, 5 de agosto de 2007
As “Multicores” da inteligência, por Gisela Geraldes da Fonseca

No início do séc. XX, as autoridades francesas solicitaram a Alfred Binet que criasse um instrumento pelo qual se pudesse prever quais as crianças que teriam sucesso nas escolas parisienses. O instrumento criado por Binet, onde o Q.I. seria a sua medida, testava a habilidade das crianças nas áreas verbal e lógica, uma vez que os currículos académicos enfatizavam sobretudo o desenvolvimento da linguagem e da matemática.
O sucesso deste teste tornou-se evidente nos Estados Unidos, quando, na I Guerra Mundial, cerca de 1 milhão de recrutas foram seleccionados através do mesmo. No entanto, a insatisfação com o conceito de Q.I. e suas versões levou alguns estudiosos a criticarem seriamente esse conceito de inteligência.
Em 1983, surge Howard Gardner que, em colaboração com a sua equipa da Universidade de Harvard, propôs a Teoria das Inteligências Múltiplas, como um desafio à visão clássica da inteligência. Para este psicólogo americano deveriam ser abandonados os testes e as suas correlações e observar as fontes de informação mais naturalistas em relação à forma como os indivíduos desenvolvem capacidades importantes para os seus modos de vida. Gardner define a inteligência como a “capacidade de resolver problemas ou criar produtos que são importantes num determinado ambiente cultural ou comunidade” (1995).
Quando desenvolveu a sua teoria, identificou sete tipos de inteligências, das quais: linguística, lógico-matemática, espacial, musical, coroporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal.
Ao longo do desenvolvimento dos seus estudos incluiu mais três, nomeadamente: pictórica (distinguindo-a da espacial), naturalista e, em 2002, incluiu a existencial ou espiritual.
O sucesso deste teste tornou-se evidente nos Estados Unidos, quando, na I Guerra Mundial, cerca de 1 milhão de recrutas foram seleccionados através do mesmo. No entanto, a insatisfação com o conceito de Q.I. e suas versões levou alguns estudiosos a criticarem seriamente esse conceito de inteligência.
Em 1983, surge Howard Gardner que, em colaboração com a sua equipa da Universidade de Harvard, propôs a Teoria das Inteligências Múltiplas, como um desafio à visão clássica da inteligência. Para este psicólogo americano deveriam ser abandonados os testes e as suas correlações e observar as fontes de informação mais naturalistas em relação à forma como os indivíduos desenvolvem capacidades importantes para os seus modos de vida. Gardner define a inteligência como a “capacidade de resolver problemas ou criar produtos que são importantes num determinado ambiente cultural ou comunidade” (1995).
Quando desenvolveu a sua teoria, identificou sete tipos de inteligências, das quais: linguística, lógico-matemática, espacial, musical, coroporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal.
Ao longo do desenvolvimento dos seus estudos incluiu mais três, nomeadamente: pictórica (distinguindo-a da espacial), naturalista e, em 2002, incluiu a existencial ou espiritual.
(excerto)
Subscrever:
Comentários (Atom)